sexta-feira, 16 de março de 2018
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
JUSTIÇA LIBEROU A EXPORTAÇÃO DE GADO VIVO
Navio NADA partiu do porto de Santos nesta segunda-feira
Após protestos realizados pelo Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, a justiça suspendeu a exportação do gado, e mandando retirar os animais que já estavam embarcados no navio.
Contudo, a Advocacia Geral da União - AGU, recorreu da liminar e retratou da problemática que seria o desembarque dos animais já alojados no navio.
Justiça acolheu tal pedido e autorizou a exportação de gado vivo em todo território brasileiro.
E de acordo com o Ministro Blairo Maggi, Brasil já tem cem mil animais em quarentena para exportação.
E de acordo com o Ministro, nos próximos dias deverá ser embarcado outro lote de gado vivo com destino a Países Islâmicos.
Mesmo a atividade sendo regulamentada pelo governo há vários anos, nas últimas semanas foi bastante discutido esse tipo de exportação, quando a justiça de São Paulo, deu uma liminar favorável ao pedido do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal.
Essa atividade é disputada por outros países, uma vez que os países Islâmicos, que fazem o Abate Halal, procedimento este que tem regras específica.
Além de compra por países que não tem estrutura para receber carne congelada, países que interiorizam o animal vão abatendo aos poucos, mercados importantes para exportação.
O mercado de exportação de animais vivos vem crescendo e a questão do bem estar animal ainda vai gerar muita polêmica e muita briga na justiça.
Espera-se que a questão seja esclarecida e os animais sejam respeitados, pois muita desconfiança é gerada pelos excessos de ambos os lados.
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Quer saber mais sobre o Abate Halal, então clique aqui e saiba dos procedimentos adotados pelos Islâmicos.
Fonte: Revista Globo Rural
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
VOCÊ GOSTARIA DE SABER A QUANTIDADE DE AGROTÓXICO QUE CONSOME?
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PEDE A DIVULGAÇÃO DESSES DADOS
Atualmente muito se fala sobre a quantidade de agrotóxico aplicado nas culturas, ou da sua aplicação desordenada. E a população mais uma vez fica na marginalidade da informação, uma vez que a velocidade da propagação de informações pelas redes sociais, sejam elas verdadeira ou não, é muito rápido e o brasileiro não sabe em qual informação acreditar.
Com isso, o Ministério Público Federal (MPF) encaminhou pedido ao Ministério da
Agricultura (MAPA) que seja disponibilizado informações referente aos últimos 10 anos, por cultura, sobre a comercialização de defensivos agrícolas em nosso país. Tal pedido partiu da Procuradora Regional da República da Terceira Região, Fátima Borghi, com intuito de que esses dados sejam disponibilizados no site do MAPA para consulta pública.
Em resposta ao MPE, o MAPA relatou que,
“na 8ª Reunião Ordinária de 2015, da qual participaram a ANVISA e o IBAMA , setores envolvidos na
liberação do uso de agrotóxicos no país, chegou-se no entendimento que essas informações de comercialização individualizadas por produto
registrado são estratégicas e, por isso, protegidas por sigilo”.
No entanto, o MPF entende que não deveria existir essa confidencialidade, uma vez que tal decisão não está amparada na legislação e após contato com ANVISA e o IBAMA, ambas instituições relatam que não tem objeções à divulgação destas informações.
Com isso, o MPF reiterou o pedido ao MAPA, e em resposta o Ministério relata que tem que aguarda uma nova deliberação do Comitê
Técnico de Assessoramento para Agrotóxicos para que sejam alterados os procedimentos vigentes.
Então, resta a população aguardar o resultado desta nova deliberação e a data que esses dados serão disponibilizados.
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Fonte: Revista Globo Rural
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
Embrapa terá que reintegrar funcionário demitido
A JUSTIÇA DETERMINOU A REINTEGRAÇÃO IMEDIATA DO SERVIDOR
A 17ª Vara do Trabalho de Brasília, determinou a reintegração imediata do servidor Zander Navarro, sociólogo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) que foi demitido após questionar os rumos da instituição em artigo publicado em jornal.
O juiz substituto, Marcelo Alberto Reis, tem caráter liminar, estando marcado a primeira audiência entre as partes para o dia 26 deste mês. Na liminar o juiz informa ainda que, pela Constituição Federal,
"o empregado público somente poderá ser dispensado mediante procedimento
administrativo em que seja assegurada a ampla defesa", o que não
ocorreu, ou não se tem noticia do caso.
A decisão ainda determina que seja assegurado que o orçamento já aprovado seja separado para o término de suas pesquisas e seus vencimentos normais até o trânsito em julgado da referida ação, sob pena de multa diária de R$ 200,00 a R$ 10.000,00.
Uma vitória parcial ao pesquisador, mas que preocupa, pois onde está a Democracia que tanto é falada. Um servidor não pode questionar os rumos da instituição? Não podemos discutir com a sociedade que tipo de serviço a população quer? Até quando ficaremos a mercê das indicações políticas que assola as instituições públicas e que os servidores, na maioria das vezes, ficam mal visto, pois não fazem nada mais do que cumprir ordens, as vezes de pessoas não capacitadas para tal função e que simplesmente atendem aos interesses pessoais e políticos.
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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
Suíno começa o ano em queda
PREÇO DESPENCA 8% NO PRIMEIRO MÊS DO ANO.
Esta redução ocorre devido a redução nas exportações do produto, colaborando com a queda do preço no mercado interno. Em comparação com o mesmo período do ano passado, a média diária da carne suína exportada, reduziu 23%.
Isso vem mostrando que o embargo da Rússia, à carne suína brasileira, está afetando diretamente o mercado e está longe de ser resolvido, uma vez que as autoridades daquele pais pretendem mandar uma missão sanitária ao Brasil, antes de tomar qualquer decisão sobre manter ou não o embargo.
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Preço do suíno cai 8% em janeiro
A queda nas exportações do produto tem colaborado com a pressão de baixa no mercado interno
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Preço do suíno cai 8% em janeiro
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segunda-feira, 16 de outubro de 2017
Porque o brasileiro come pouca fruta?
APENAS 40% DOS BRASILEIROS CONSOMEM FRUTAS DIARIAMENTE
A Datafolha divulgou hoje, dia 16/10/2017, que somente 40% dos brasileiros consomem frutas, verduras e legumes diariamente. Esta pesquisa mostra que o consumo de hortifruti no país está abaixo de cinco porções diárias recomendadas pela Organização Mundial de Saúde - OMS. Para a entidade, o ser humano precisa ingerir no mínimo 400 gramas por dia.
De acordo com a pesquisa, as frutas são consumidas por 99% das pessoas, mas somente 39% comem diariamente. Dentro desta perspectiva, os homens ingerem menos frutas (42%) que as mulheres (48%).
Já com as verduras e legumes esse percentual cai para 96% dos entrevistados, sendo 45% consumindo diariamente.
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Fonte: Globo Rural
A LIBERAÇÃO DO TRABALHO ESCRAVO
Ministério do Trabalho alterou definições e normas
relacionadas à fiscalização do trabalho análogo à escravidão no Brasil
Hoje, dia 16/10/2017,
após 129 anos de sancionada a Lei
Imperial n.º 3.353, Lei que
foi o diploma legal que teoricamente extinguiu a escravidão no
Brasil. Isso mesmo, teoricamente, pois até os dias atuais
encontramos fatos e notícias referentes a trabalhos análogos à
escravidão.
Essa
mancha que o Brasil carrega, voltou a crescer hoje. Isso porque o
Governo resovel alterar definições e normas referente à
fiscalização do trabalho análogo à escravidão. Publicada hoje no
Diário Oficial da União, a medida logo
recebeu críticas de grupos ligados à defesa dos direitos dos
trabalhadores., uma vez que, na prática, a portaria beneficia o
trabalho escravo.
A desculpa desa vez é
que as mudanças tem a finalidade de regular a concessão de
seguro-desemprego para trabalhadores mantidos em condições
consideradas degradantes. Como se isso não fosse pouco, a norma
ainda estabelece normas de fiscalização e autuação dos
empregadores.
A verdade é que a
referida portaria é publicada logo após a demissão do chefe da
fiscalização no Ministério do Trabalho, André Roston, por conta
de críticas à ação do próprio governo e no momento que uma nova
denúncia contra o presidente tramita na Câmara dos Deputados e vai
de encontro de aspirações da bancada ruralista.
Agora, de acordo com
a portaria publicada, o trabalho análogo à escravidão é aquele em
que o trabalhador é mantido sob coação e ameaça de punição,
quando há impedimento do uso de meios de transporte, retenção de
documentos e manutenção de segurança armada para reter o
trabalhador no local, o que pode ocorrer, por exemplo, em caso de
servidão por dívida.
E o trabalho forçado
foi definido como o exercido sem o consentimento do trabalhador; a
condição degradante como a violação de direitos fundamentais por
meios morais ou físicos; e a jornada exaustiva como o exercício da
função em desacordo com a legislação.
A portaria
ainda altera os procedimentos para a autuação e instauração dos
processos administrativos contra os empregadores, uma vez que, o
auditor do Ministério do Trabalho, caberá fornecer o relatório da ação no
local fiscalizado, que deve ser assinado também pelo empregador alvo
da ação. A ocorrência deverá ser registrada pela polícia. Caso contrário, não seguirá o proceso.
Segundo a Comissão
Pastoral da Terra (CPT), ligada à Igreja Católica, isso seria o
mesmo que o “livre exercício do trabalho escravo contemporâneo”.
E o “Flagrante de trabalho escravo só poderá acontecer doravante
se – e unicamente se – houver constatação do impedimento de ir
e vir imposto ao trabalhador, em ambiente de coação, ameaça,
violência. Para conseguir este resultado, bastou distorcer o sentido
de expressões e termos há muito tempo consagrados na prática da
inspeção do trabalho e na jurisprudência dos tribunais”, diz a
CPT.
A Comissão diz ainda
que a mudança nas normas de autuação visam dificultar a atuação
dos fiscais. “Os autos de infração relacionados a flagrante de
trabalho escravo só terão validade se juntado um boletim de
ocorrência lavrado por autoridade policial que tenha participado da
fiscalização, condicionando assim a constatação de trabalho
escravo, atualmente competência exclusiva dos fiscais do trabalho, à
anuência de policiais”, diz a CPT.
Para a Comissão
Pastoral da Terra, há uma “exclusiva preocupação do ministro do
Trabalho” de “oferecer a um certo empresariado descompromissado
com a trabalho decente um salvo-conduto para lucrar sem limite.”
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Fonte: GLOBO RURAL
terça-feira, 10 de outubro de 2017
Redução na safra 2017/2018
A Companhia Nacional de Abastecimento - CONAB aponta possível redução na safra 2017/2018
De acordo com os primeiro números oficiais, a Safra 2017/2018 aponta uma possível redução de 4,3% a 6% em relação a safra anterior (2016/2017) para quase todos os grãos.
Uma das causas desta redução seria o clima, uma vez que a safra passa foi favorecida pelas condições climáticas que dificilmente se repetirão esse ano, por isso a Conab prevê essa queda.
Regiões importantes para o plantio de soja em Mato Grosso, como os municípios de Sorriso, Sinop e Lucas do Rio Verde, a falta de chuva prejudicou os trabalhos. E com isso, a Soja que é uma das pricipais culturas do Brasil, deve render aproximadamente 106 a 108 milhoes de toneladas, 5,1% a 7,1% abaixo da colheita estimada para a safra passada.
Já o milho, deve sofrer uma redução entre 13,2% a 17,8% em relação a safra anterior. Outro fator que responsável por estes dados é o mercado, pois ano passado, o Brasil vinha de um cenário de aperto na oferta e demanda que levou a uma disparada de preços. Neste ano, com a supersafra, as cotações caíram desestimulando o plantio.
E nesse cenário, a
produção de algodão em pluma deve crescer entre 5,1% e 14,9%, conforme retrata aConab, isso devido ao aumento da área plantada. O arroz, somando as lavouras de sequeiro e irrigado, deve ter redução entre 3,8% a 4,7%. O feijão, somando os três ciclos anuais, deve ficar entre 1,6% a 2,8% menor.
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Fonte: Valor Econômico
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
Anffa Sindical reinvindica mudanças no Ministério da Agricultura
Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários fará protesto nesta quinta-feira
Nesta quinta-feira (dia 05 de outubro), a Anffa Sindical, prepara protesto na cidade de Brasília em frente à sede do Ministério da Agricultura para pedir a saída do atual Ministro da Agricultura Blairo Maggi e do secretário Eumar Novacki. Após declarações e ações tentando privatizar e terceirizar as atividades de fiscalização/defesa agropecuária, o Ministério da Agricultura trata desse assunto de maneira parcial, sem diálogo com os servidores e sociedade. Já existe projetos de lei tramitando no congresso que tratam da terceirização desta atividade, isso ocorreu após a Operação Carne Fraca, que mostrou a fragilidade do sistema e a necessidade de concurso que é uma das pautas de cobrança do sindicato.
Outra pauta execrada é o processo seletivo para a contratação temporária de 300 (médicos veterinários) auditores fiscais federais. As cinco profissões que compõem a carreira de auditores fiscais federais (Zootecnista, Médicos Veterinários, Engenheiros Agrônomos, Farmacêuticos e Químicos) são imprescindíveis para a proteção à produção agropecuária, pois atuam em muitos outros setores além da inspeção de produtos de origem animal.
Segundo Maurício Porto, presidente do Anffa Sindical, a deficiência está em todas as áreas e algumas ações não resolvem o problema.
O sindicato fará durante o protesto uma doação de seis toneladas de frangos e duas toneladas de arroz para a população. Essa doação busca chamar a atenção da sociedade para a importância do Auditor Fiscal Federal e exibir a qualidade dos produtos auditados pelos fiscais agropecuários. A manifestação reunirá entre 250 e 300 membros do sindicato e terá início às 14h na Esplanada dos Ministérios.
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Fonte: Globo Rural
terça-feira, 3 de outubro de 2017
Plantio da safra 2017/2018 de soja já está a todo vapor no Paraná
Será que teremos mais um recorde de
área e produtividade.
A área prevista para esta safra é de aproximadamente 5,45 milhões de hectares no Estado do Paraná. De acordo com o Deral - Departamento de Economia Rural, o plantio da safra 2017-2018 de soja já atingiu 16% da área prevista, este número representa um avanço em relação a semana passada.
O milho verão safra 2017-2018 também avançou para 33% da área prevista no estado. E a colheita do trigo da safra 2016-2017 já atinge 71% da área semeada, sendo que 42% está em estágio de maturação.
Mais uma vez o Estado do Paraná mostra que é possível avançar e alcançar melhores índices.
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Fonte: Globo Rural
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